A exposição reúne Senk e Caligrapixo em um diálogo entre figura e escrita, conectando narrativas imaginárias e tipografia urbana em reflexões sobre memória e cidade.
A exposição de André Hullk apresenta obras que conectam Amazônia e cidade, explorando corpo, memória e território como expressões de identidade e resistência.
A exposição propõe uma reflexão sobre criação, memória e pertencimento, ao transformar o quintal em metáfora de origem e potência criativa.
A exposição “Ideias e Quintais”, de Rocket Ribeiro, conecta criação e território ao transformar o quintal em metáfora de memória, origem e identidade.
A exposição “Onírica”, de Kelly S. Reis, revela um universo simbólico que entrelaça sonho, ancestralidade e identidade feminina em narrativas de potência e resistência.
A exposição “Entre o afeto e a ausência”, de Mari Pavanelli, explora emoções íntimas por meio de figuras femininas que revelam introspecção, força e delicadeza.
A exposição de Ozi homenageia artistas que marcaram sua trajetória, transformando referências pessoais em retratos com humor e uma visão pop sobre a criação.
A exposição de Elvis Mourão apresenta personagens lúdicos e expressivos que exploram emoção, imaginação e identidade por meio de formas e cores marcantes.
A exposição “Futurismo Primitivo” conecta ancestralidade e tecnologia, revelando um imaginário onde o passado dá origem ao futuro.
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