Tríptico- Convergências Urbanas
A exposição reúne Senk e Caligrapixo em um diálogo entre figura e escrita, conectando narrativas imaginárias e tipografia urbana em reflexões sobre memória e cidade.
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Na arte urbana, a curadoria é uma ponte entre cidade, artista e público. No olhar do curador, a obra ganha voz e o território se expande como linguagem visual.
A exposição reúne Senk e Caligrapixo em um diálogo entre figura e escrita, conectando narrativas imaginárias e tipografia urbana em reflexões sobre memória e cidade.
A exposição de André Hullk apresenta obras que conectam Amazônia e cidade, explorando corpo, memória e território como expressões de identidade e resistência.
A exposição propõe uma reflexão sobre criação, memória e pertencimento, ao transformar o quintal em metáfora de origem e potência criativa.
A exposição “Ideias e Quintais”, de Rocket Ribeiro, conecta criação e território ao transformar o quintal em metáfora de memória, origem e identidade.
A exposição “Onírica”, de Kelly S. Reis, revela um universo simbólico que entrelaça sonho, ancestralidade e identidade feminina em narrativas de potência e resistência.
A exposição “Entre o afeto e a ausência”, de Mari Pavanelli, explora emoções íntimas por meio de figuras femininas que revelam introspecção, força e delicadeza.
A exposição de Ozi homenageia artistas que marcaram sua trajetória, transformando referências pessoais em retratos com humor e uma visão pop sobre a criação.
A exposição de Elvis Mourão apresenta personagens lúdicos e expressivos que exploram emoção, imaginação e identidade por meio de formas e cores marcantes.
A exposição “Futurismo Primitivo” conecta ancestralidade e tecnologia, revelando um imaginário onde o passado dá origem ao futuro.
A exposição reúne Senk e Caligrapixo em um diálogo entre figura e escrita, conectando narrativas imaginárias e tipografia urbana em reflexões sobre memória e cidade.
A exposição percorre a evolução da arte urbana, das raízes contraculturais às expressões contemporâneas, com destaque para o Coletivo Muda.
A exposição “Mil Fita”, de Ignoto, apresenta o personagem Azulão em situações do cotidiano, refletindo identidade e vivências do próprio artista.
A exposição de Alemão Art propõe uma imersão entre memória e identidade, unindo referências da infância e a fusão entre street art e pintura.
A exposição “Eu ainda não estou aqui”, de Ricardo Célio, reúne obras que unem abstração e crítica social sobre origem, desigualdade e pertencimento no circuito da arte.
10 anos de Alma da Rua
A Alma da Rua é um território vivo da arte urbana, onde trajetórias se cruzam e a cidade ganha novas camadas de significado. Mais que um espaço expositivo, tornou-se um ponto de encontro entre artistas e ideias, transformando continuamente a forma como a arte ocupa o urbano.
Artista Urbano
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Abril 23/04/26 - Maio 21/05/26
Inserido no contexto da arte contemporânea, onde fronteiras entre linguagens, suportes e autorias se tornam cada vez mais fluidas, o coletivo Tríptico propõe uma investigação centrada no encontro. Formado por Sator, Senk e Caligrapixo, o grupo se estrutura a partir da convivência entre três práticas visuais distintas que, ao se cruzarem, dão origem a uma linguagem nova — híbrida, complementar e em constante transformação.
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