Tríptico- Convergências Urbanas
A exposição reúne Senk e Caligrapixo em um diálogo entre figura e escrita, conectando narrativas imaginárias e tipografia urbana em reflexões sobre memória e cidade.
A Galeria Alma do Surf inaugura como um espaço dedicado à arte e cultura do surf, reunindo artistas que expressam a conexão com o mar e o estilo de vida das ondas em uma experiência imersiva.
Durante o período, a galeria manteve uma programação ativa, com exposições simultâneas que trouxeram diferentes linguagens e artistas, fortalecendo o fluxo constante de visitantes e criando um ambiente dinâmico de troca entre público, obras e criadores.
Em 2014, a Galeria Alma do Surf encerrou suas atividades, concluindo um ciclo marcado pela valorização da arte ligada ao universo do surf e pela formação de um público engajado, deixando como legado as conexões construídas e as experiências compartilhadas ao longo de sua trajetória.
Após o encerramento, Tito Bertolucci partiu em uma jornada pelo mundo, visitando galerias e espaços dedicados à arte urbana, pesquisando referências e experiências para compreender novos formatos e possibilidades, com o objetivo de trazer esse repertório e implementar iniciativas semelhantes no Brasil.
Em 2016, após esse período de pesquisa e imersão internacional, Tito Bertolucci fundou a Galeria Alma da Rua, trazendo ao Brasil uma proposta inspirada nas referências que conheceu e consolidando um espaço voltado à valorização e difusão da arte urbana contemporânea.
Em 2018, o projeto segue firme e consolidado, com uma programação intensa de exposições e a galeria inserida em um momento de grande efervescência da street art, acompanhando o crescimento do movimento e ampliando sua presença no cenário cultural.
Em 2020, com a chegada da pandemia, as atividades presenciais são interrompidas e a galeria fecha temporariamente as portas, acompanhando o impacto global que paralisou o setor cultural e interrompeu a programação de exposições.
Em 2022, Tito Bertolucci expande o projeto com a abertura da Galeria Alma da Rua II, marcando uma nova etapa de crescimento e consolidando ainda mais sua atuação no cenário da arte urbana.
Em 2026, Tito Bertolucci inicia uma nova etapa com a inauguração do Museu Tito Bertolucci, dedicado à arte urbana e concebido como um espaço de preservação, pesquisa e difusão desse movimento em constante transformação.
Fundada por Tito Bertolucci
Fundada em 2016 por Tito Bertolucci a Galeria Alma da Rua surge como um espaço dedicado à arte urbana, reunindo artistas, exposições e projetos que dialogam com a cultura de rua. Localizada no contexto cenário urbano, a galeria se estabelece como um ponto de encontro entre criadores e público.
10
Anos de Galeria
120
Exposições de Arte
200
Artistas passaram
57
Eventos
840
Artes Expostas
Street Art
A exposição reúne Senk e Caligrapixo em um diálogo entre figura e escrita, conectando narrativas imaginárias e tipografia urbana em reflexões sobre memória e cidade.
A exposição de André Hullk apresenta obras que conectam Amazônia e cidade, explorando corpo, memória e território como expressões de identidade e resistência.
A exposição propõe uma reflexão sobre criação, memória e pertencimento, ao transformar o quintal em metáfora de origem e potência criativa.
A exposição “Ideias e Quintais”, de Rocket Ribeiro, conecta criação e território ao transformar o quintal em metáfora de memória, origem e identidade.
A exposição “Onírica”, de Kelly S. Reis, revela um universo simbólico que entrelaça sonho, ancestralidade e identidade feminina em narrativas de potência e resistência.
A exposição “Entre o afeto e a ausência”, de Mari Pavanelli, explora emoções íntimas por meio de figuras femininas que revelam introspecção, força e delicadeza.
A exposição de Ozi homenageia artistas que marcaram sua trajetória, transformando referências pessoais em retratos com humor e uma visão pop sobre a criação.
A exposição de Elvis Mourão apresenta personagens lúdicos e expressivos que exploram emoção, imaginação e identidade por meio de formas e cores marcantes.
A exposição “Futurismo Primitivo” conecta ancestralidade e tecnologia, revelando um imaginário onde o passado dá origem ao futuro.
A exposição reúne Senk e Caligrapixo em um diálogo entre figura e escrita, conectando narrativas imaginárias e tipografia urbana em reflexões sobre memória e cidade.
A exposição percorre a evolução da arte urbana, das raízes contraculturais às expressões contemporâneas, com destaque para o Coletivo Muda.
A exposição “Mil Fita”, de Ignoto, apresenta o personagem Azulão em situações do cotidiano, refletindo identidade e vivências do próprio artista.
A exposição de Alemão Art propõe uma imersão entre memória e identidade, unindo referências da infância e a fusão entre street art e pintura.
A exposição “Eu ainda não estou aqui”, de Ricardo Célio, reúne obras que unem abstração e crítica social sobre origem, desigualdade e pertencimento no circuito da arte.
Artista Visual
Artista Visual
Artista Visual
Fachadas Históricas
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